Câncer de Colorretal

Medicina Nuclear auxilia no diagnóstico e no tratamento

Campanha Março Marinho alerta sobre cuidados com a prevenção e importância do diagnóstico precoce para o tratamento
PET/CT é indicado para determinar o estágio e o melhor tratamento para a doença; exame consta no ROL da ANS e está disponível para pacientes com planos de saúde e no Sistema Único de Saúde (SUS)*

 

O Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), ligado ao Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e à Secretaria de Estado da Saúde, identificou o perfil dos tipos de tumores tratados na instituição, entre homens e mulheres. De acordo com o levantamento, o câncer colorretal é o segundo mais prevalente em mulheres (7,4%) e em homens (8,4%), atrás, respectivamente dos cânceres de próstata e mama.

Apesar de ter incidência em qualquer idade, a maior parte das pessoas atingidas possui entre 50 e 60 anos e as regiões brasileiras com mais casos são Sudeste e Sul, com a causa relacionada a maus hábitos como uma dieta pobre em fibras, vegetais e folato – uma vitamina do complexo B – e rica em gorduras e carne vermelha, consumo excessivo de álcool, sedentarismo e tabagismo.

Entre os sintomas estão: alterações do hábito intestinal (diarréia e/ou prisão de ventre), dor e desconforto abdominal, presença de sangue e muco nas fezes, evacuações dolorosas, fraqueza, perda de peso inexplicada, náuseas e vômitos.

Medicina Nuclear e diagnóstico precoce

O diagnóstico precoce auxilia o tratamento e aumenta as chances de cura. Uma alternativa é a Medicina Nuclear, que atua na detecção antes mesmo do surgimento de sintomas mais severos. “O exame realizado no PET/CT, com o marcador FDG, analisa o funcionamento das células e é capaz de determinar o grau e extensão da doença, facilitando o tratamento”, explica o médico nuclear e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear, Dr. George Barberio Coura Filho – responsável clínico da DIMEN-SP (www.dimen.com.br).
O exame consta no ROL da ANS e está disponível para pacientes com planos de saúde e, no Sistema Único de Saúde (SUS) *para casos com metástase exclusivamente hepática com potencial ressecável.

Fonte: Blog da Mulher

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